Capítulo 5
Uma conversa nada agradável.
O Que fazer em uma mansão enorme desse jeito, que até no momento, não conheci nada, além desse quarto, da Sala de estar e o lindo jardim, no inicio da casa.
– Ivyne? - diz á Melanie, ainda sonolenta.
– Que bom que acordou. - viro-me para ela, e vejo á tristeza estampada em seu olhar.
– Ele mentiu para nós, e você mentiu para mim. - ela fala com os olhos cheios da água.
Eu tento me aproximar dela, mas não consigo, ela me afasta e vai para o outro lado do quarto.
– Melanie, por favor, deixa-me explicar!
– Não! Não quero ouvir mas nada de você, vai que me engana novamente. - ela fala, entre dentes.
– Chega disso. - digo, irritada. - A Vida segue. Você querendo ou não. Eu mentir pra você, mentir. eu sei, mas não poderia lhe falar nada, até eu ter á absoluta certeza.
– Mas mentiu. e eu não tô nem aí, que a vida segue, até meses passados, você parou com á sua, lembra? - ela, fala indo em direção ao grande banheiro que tinha dentro do nosso quarto.
– Ivyne? - diz á Melanie, ainda sonolenta.
– Que bom que acordou. - viro-me para ela, e vejo á tristeza estampada em seu olhar.
– Ele mentiu para nós, e você mentiu para mim. - ela fala com os olhos cheios da água.
Eu tento me aproximar dela, mas não consigo, ela me afasta e vai para o outro lado do quarto.
– Melanie, por favor, deixa-me explicar!
– Não! Não quero ouvir mas nada de você, vai que me engana novamente. - ela fala, entre dentes.
– Chega disso. - digo, irritada. - A Vida segue. Você querendo ou não. Eu mentir pra você, mentir. eu sei, mas não poderia lhe falar nada, até eu ter á absoluta certeza.
– Mas mentiu. e eu não tô nem aí, que a vida segue, até meses passados, você parou com á sua, lembra? - ela, fala indo em direção ao grande banheiro que tinha dentro do nosso quarto.
– Me tratar dessa forma, não irá mudar absolutamente nada. - digo, indo atrás dela. - Sabe também que não podemos falar sobre essas coisas, nesse momento, eles lá embaixo ouvem..
Ela se vira para mim, limpa as lágrimas e diz - Eu não quero saber como eles sabem o que estou dizendo, sabe. por meses, eu queria que ele , você sabe quem, estivesse vivo. e que voltasse tudo a ser como antes. Mas agora, falando sério, ele morreu de verdade pra mim. E Mesmo se eu o visse na minha frente, só sentiria raiva e mágoa, por todo sofrimento que ele fez a gente passar. Eu deveria estar feliz, mas não. Não estou nem um pouco. Nada justifica o que ele fez pra gente, Nada justifica enfiar á gente nessa casa, com esses seres. Nada justifica , Nada!
– Eu concordo com você. - digo, á ela.
Ela tenta, ver o que estou pensado, mas eu já protegi o meu colar, contra isso.
Acho que pelo menos os meus pensamentos, tem que ser só meu, e de mas ninguém.
– Que ótimo! - ela fala. - No inicio, fiquei com raiva por você não ter me contado, mas agora. gostaria que você estivesse mentido para mim ainda, porque se eu não soubesse disso tudo, ainda teria o amor que eu tinha por ele antes, porque agora, a unica coisa que restou, foi ódio.
Engulo á seco todas aquelas palavras que ela disse.
Nem eu, nem ela, falamos mas nada.
Me virei e fui pra minha cama, e ela foi tomar um banho, para tentar fazer o mesmo.
Eu não á culpo, de está se sentindo assim. no inicio, eu também fiquei furiosa.
Nunca aceitamos Mentira de nenhuma forma.
Sei que parte daquelas palavras, foram verdadeiras e outras não.
Eu á conheço melhor que ninguém, ela tem esse gene, parecido com o meu.
Ela tá tentando o odiar, mas lá no fundo, tá se odiando, porque o ainda o ama.
Assim como eu.
Ele pode ser o que for, mas ainda é meu pai. E Querendo ou não, eu tenho que aceitar esse fato.
– Bem. o Becklan, Quer dizer o Jonny Becklan me apagou, antes de ouvir o resto da conversa, eu preciso saber não é?
– Não fale esse nome, e nem sobre o que aconteceu hoje aqui. Eu já te disse isso.
– Tá. Então vamos usar o outro modo? - diz ela soltando levemente um sorriso
– Bom, saber que você está melhor. - digo, desprotegendo á joia. e começando á explicar tudo que aconteceu quando ela apagou.
Ela se vira para mim, limpa as lágrimas e diz - Eu não quero saber como eles sabem o que estou dizendo, sabe. por meses, eu queria que ele , você sabe quem, estivesse vivo. e que voltasse tudo a ser como antes. Mas agora, falando sério, ele morreu de verdade pra mim. E Mesmo se eu o visse na minha frente, só sentiria raiva e mágoa, por todo sofrimento que ele fez a gente passar. Eu deveria estar feliz, mas não. Não estou nem um pouco. Nada justifica o que ele fez pra gente, Nada justifica enfiar á gente nessa casa, com esses seres. Nada justifica , Nada!
– Eu concordo com você. - digo, á ela.
Ela tenta, ver o que estou pensado, mas eu já protegi o meu colar, contra isso.
Acho que pelo menos os meus pensamentos, tem que ser só meu, e de mas ninguém.
– Que ótimo! - ela fala. - No inicio, fiquei com raiva por você não ter me contado, mas agora. gostaria que você estivesse mentido para mim ainda, porque se eu não soubesse disso tudo, ainda teria o amor que eu tinha por ele antes, porque agora, a unica coisa que restou, foi ódio.
Engulo á seco todas aquelas palavras que ela disse.
Nem eu, nem ela, falamos mas nada.
Me virei e fui pra minha cama, e ela foi tomar um banho, para tentar fazer o mesmo.
Eu não á culpo, de está se sentindo assim. no inicio, eu também fiquei furiosa.
Nunca aceitamos Mentira de nenhuma forma.
Sei que parte daquelas palavras, foram verdadeiras e outras não.
Eu á conheço melhor que ninguém, ela tem esse gene, parecido com o meu.
Ela tá tentando o odiar, mas lá no fundo, tá se odiando, porque o ainda o ama.
Assim como eu.
Ele pode ser o que for, mas ainda é meu pai. E Querendo ou não, eu tenho que aceitar esse fato.
– Bem. o Becklan, Quer dizer o Jonny Becklan me apagou, antes de ouvir o resto da conversa, eu preciso saber não é?
– Não fale esse nome, e nem sobre o que aconteceu hoje aqui. Eu já te disse isso.
– Tá. Então vamos usar o outro modo? - diz ela soltando levemente um sorriso
– Bom, saber que você está melhor. - digo, desprotegendo á joia. e começando á explicar tudo que aconteceu quando ela apagou.
(...)
O Sol batia fortemente no meu rosto, forçando-me á levantar.
Me espreguiço e viro-me para o lado.
Melanie, está dormindo normalmente.
Me levanto e vou até a janela, fito-o aquela vista maravilhosa.
Pelo visto, já é bem tarde, para os filtros solares, estarem queimando dessa forma.
Dou de costas e vou até ao banheiro, faço minhas higienes matinais.
E Logo após tomo um longo banho de água fria.
Escolho uma roupa Roupa casual, e deixo os meus cabelos soltos, passo um lápis de olho preto e um brilho labial de menta.
Me espreguiço e viro-me para o lado.
Melanie, está dormindo normalmente.
Me levanto e vou até a janela, fito-o aquela vista maravilhosa.
Pelo visto, já é bem tarde, para os filtros solares, estarem queimando dessa forma.
Dou de costas e vou até ao banheiro, faço minhas higienes matinais.
E Logo após tomo um longo banho de água fria.
Escolho uma roupa Roupa casual, e deixo os meus cabelos soltos, passo um lápis de olho preto e um brilho labial de menta.
Sibilio os lábios, para se espalharem e logo após, solto um simples sorriso.
Há muito tempo que eu não sorria, e nem passava nada nessa cara, nem muito menos sentia prazer de escolher algo para me vestir. E agora, tô sentindo que tudo isso tá voltando, aos poucos, mas está.
– Senhorita Storts. - Chama Matilde. - Sr Klaus Mikaelson, Está á sua espera.
– A onde? - digo, abrindo á porta.
– No jardim. Mas antes, ele me pediu para que trouxesse, esse café da manhã.
– Tudo bem. - falo, pegando a bandeja na mão.
E pondo na cômoda em frente á cama de Melanie.
– Mel. - á chamo - faça o que tem que fazer. Logo após, tome esse otimo café da manha e me espere aqui.
Digo, sorrindo para ela.
Ela tenta focalizar o meu rosto e mandar o sono ir embora, mas não consegue, apenas caí de novo na cama.
Tomo apenas, um pouco do suco de maracujá e desço para ver, o que ele quer comigo.
– Bom Dia. - diz, ele. - Ou quer dizer, Boa tarde.
Me viro para ele.
– Não queria falar comigo, no jardim? O Que está fazendo aqui? - retruco.
– Você estava demorando, então pensei em ir até o quarto, mas..
– Eu intendi! - falei, rispidamente.
– Eu só acho que você está sendo mal agradecida.
Solto, um simples sorriso irônico e digo. - Eu, mal agradecida? O Que você quer que eu lhe agradeço?
– Acho melhor você mudar o seu comportamento. - ele fala se aproximando de mim rapidamente. - Ou terei que te adaptar de uma forma, não agradável.
Ele fala, pondo uma de suas mãos na minha cintura e me puxando para perto.
Como pode, uma pessoa tão bonita, ser tão ruim assim?
A beleza, não se vale de nada, quando esse interior é uma das coisas mais podres que ele tem.
– Não será preciso. - digo, pondo uma de minhas mãos em seu ombro.
– Muito melhor assim. - diz ele, pegando uma de suas mãos e botando em minhas costas.
Me puxando mas para si, me deixando completamente sem reação.
Ele me lasca-nê um beijo.
Com toda velocidade que nunca vê antes.
Não o afasto, e nem correspondo.
Apenas fico paralisada. Sem me mexer.
– Todo casal, faz isso, Ivy- ele, fala quase em um sussurro.
Me afasto dele, rapidamente.
E Em questão de segundos ele aparece na minha frente.
– Não quero que isso se repita da próxima vez. - ele diz. - Alias, arrumei uma escola, quer dizer, um professor particular para dar aulas á sua irmã, ela precisa de algo para passar o tempo, não acha? - ele dá de costas e se retira.
Antes que eu possa responder.
Achei isso maravilhoso, ela não pode ficar o tempo todo dentro daquele quarto, tem que fazer variedades de coisas, preferia que ela fosse uma escola, mas já que isso não é possível, é melhor deixar um professor particular cuidar disso.
Os barulhos da sala de estar, tira-me dos meus devaneios.
Eu olho ao meu redor, e apenas vejo os empregados, fazendo suas obrigações.
travei-me para lhe dar um beijo. imagina quando ele quiser algo à mais, não posso acreditar, que terei que me obrigar á fazer isso.
Eu estava indo tão bem, até conseguir fingir que poderia rolar alguma coisa, naquele momento.
Coisa que não foi tão difícil, Klaus, não é feio, é muito ao contrário disso.
Esse seu olhar, sua postura, até é de se admirar, mas quando lembro de sua maldade, perversidade, qualquer sentimento bom que tenho por ele, se vai.
Sempre foi assim, e isso nunca vai mudar.
– hnshn. - alguém, por trás de mim, resmunga.
Tento, voltar ao foco de antes, ser uma pessoa normal e não parecer uma retardada, que tá pensando várias coisas, no meio dessa sala gigantesca.
– Ele não exagerou, quando me disse que você realmente é muito bonita.
– Bem, então estou afirmando, que os olhos de ambos, estão completamente defeituosos. - falo.
– Ou é sua auto-estima que não lhe deixa ver, como você realmente é?
– Afinal, o que você quer?
Ele não responde nada, apenas dá de costas e se retira.
Eu também não o chamo.
Kol, é irônico, ao mesmo tempo ríspido, não dá pra definir realmente o que ele é, ou o que diz. Só troquei meias palavras com ele, para ter certeza que usa máscara, assim como um dia alguém em uma situação difícil usa, assim como agora á Melanie tá tentando usar. Enfim, vou ter tempo de sobra para o conhecer de verdade, eu não sei o porquê quero me aproximar dele, só quero e pronto, eu tenho uma leve impressão que ele não é ruim. só tentar fingir que é.
Dou de costas e vou para fora da casa.
Quero ver novamente o jardim, ele é realmente tão lindo.
– Estranho. - digo, á mim mesma.
O Que aconteceu nesse lugar?
Ontem, estava em perfeito estado. E Agora, praticamente todo acabado, como se... Nunca tivesse existido.
Ele está apenas com gramas, gramas verde, e nada mais.
As flores, a paisagem, tudo que tinha de bonito se foi.
– Querida.
Me viro, para trás.
– Pai? - pergunto.
– Ivyne. - ele chamou meu nome, mas uma vez.
Porém, ele não estava atrás de mim, nem na minha frente, eu estava só.
Era á voz dele, eu tenho certeza que é.
– Ivy.
– Oi, Pai. - digo. - Oi?
Fico praticamente parada, para tentar ouvir da onde vem o próximo som e ir adiante.
– Ivyne.
Começo á correr em direção à voz dele.
Que começa a se repetir, repetir, repetir várias vezes, como se realmente quisesse me levar a algum lugar.
Eu não parava, não poderia parar, tinha que ver onde ele quer me levar.
– Rápido, vem até a mim. - repetia, mas uma vez.
E Em seguida, sinto algo afetando as minhas pernas, fazendo-me cair.
– É a filha do Cícero? - diz uma mulher alta com belos cabelos ruivos.
– Sim, é ela. - fala, Matilde, com o mesmo tom de sempre.
O Que essa empregada, tem a ver com tudo isso?
– Ele tá conseguindo. - diz, á ruiva - Tá atraindo ela.
– Onde ele está? - digo, tentando-me levantar.
– Faça ela esquecer Matilde. - diz á ruiva. - Não quero que ela se lembra desse caminho de forma alguma.
Matilde, diz que sim com á cabeça e vem até a mim.
Eu queria me levantar e sair correndo dali.
Mas eu não conseguia, algo me prendia. E eu não podia fazer absolutamente nada.
– Olhe pra mim! - ela, força-me olhar para o seu rosto.
Eu já sei o que ela vai tentar fazer, Jonny me avisou.
Eu só não sabia, que Matilde, também era uma vampira.
– Você não vai se lembrar absolutamente de nada que aconteceu á alguns minutos atrás, nem das vozes, nem do caminho, nem de nós. Volte para seu quarto, pegue no sono e quando te perguntarem o que você fez quando saiu do jardim, diga que não é da conta de ninguém! - ela fala de uma forma, que pela primeira vez, me deixa aterrorizada.
Há muito tempo que eu não sorria, e nem passava nada nessa cara, nem muito menos sentia prazer de escolher algo para me vestir. E agora, tô sentindo que tudo isso tá voltando, aos poucos, mas está.
– Senhorita Storts. - Chama Matilde. - Sr Klaus Mikaelson, Está á sua espera.
– A onde? - digo, abrindo á porta.
– No jardim. Mas antes, ele me pediu para que trouxesse, esse café da manhã.
– Tudo bem. - falo, pegando a bandeja na mão.
E pondo na cômoda em frente á cama de Melanie.
– Mel. - á chamo - faça o que tem que fazer. Logo após, tome esse otimo café da manha e me espere aqui.
Digo, sorrindo para ela.
Ela tenta focalizar o meu rosto e mandar o sono ir embora, mas não consegue, apenas caí de novo na cama.
Tomo apenas, um pouco do suco de maracujá e desço para ver, o que ele quer comigo.
– Bom Dia. - diz, ele. - Ou quer dizer, Boa tarde.
Me viro para ele.
– Não queria falar comigo, no jardim? O Que está fazendo aqui? - retruco.
– Você estava demorando, então pensei em ir até o quarto, mas..
– Eu intendi! - falei, rispidamente.
– Eu só acho que você está sendo mal agradecida.
Solto, um simples sorriso irônico e digo. - Eu, mal agradecida? O Que você quer que eu lhe agradeço?
– Acho melhor você mudar o seu comportamento. - ele fala se aproximando de mim rapidamente. - Ou terei que te adaptar de uma forma, não agradável.
Ele fala, pondo uma de suas mãos na minha cintura e me puxando para perto.
Como pode, uma pessoa tão bonita, ser tão ruim assim?
A beleza, não se vale de nada, quando esse interior é uma das coisas mais podres que ele tem.
– Não será preciso. - digo, pondo uma de minhas mãos em seu ombro.
– Muito melhor assim. - diz ele, pegando uma de suas mãos e botando em minhas costas.
Me puxando mas para si, me deixando completamente sem reação.
Ele me lasca-nê um beijo.
Com toda velocidade que nunca vê antes.
Não o afasto, e nem correspondo.
Apenas fico paralisada. Sem me mexer.
– Todo casal, faz isso, Ivy- ele, fala quase em um sussurro.
Me afasto dele, rapidamente.
E Em questão de segundos ele aparece na minha frente.
– Não quero que isso se repita da próxima vez. - ele diz. - Alias, arrumei uma escola, quer dizer, um professor particular para dar aulas á sua irmã, ela precisa de algo para passar o tempo, não acha? - ele dá de costas e se retira.
Antes que eu possa responder.
Achei isso maravilhoso, ela não pode ficar o tempo todo dentro daquele quarto, tem que fazer variedades de coisas, preferia que ela fosse uma escola, mas já que isso não é possível, é melhor deixar um professor particular cuidar disso.
Os barulhos da sala de estar, tira-me dos meus devaneios.
Eu olho ao meu redor, e apenas vejo os empregados, fazendo suas obrigações.
travei-me para lhe dar um beijo. imagina quando ele quiser algo à mais, não posso acreditar, que terei que me obrigar á fazer isso.
Eu estava indo tão bem, até conseguir fingir que poderia rolar alguma coisa, naquele momento.
Coisa que não foi tão difícil, Klaus, não é feio, é muito ao contrário disso.
Esse seu olhar, sua postura, até é de se admirar, mas quando lembro de sua maldade, perversidade, qualquer sentimento bom que tenho por ele, se vai.
Sempre foi assim, e isso nunca vai mudar.
– hnshn. - alguém, por trás de mim, resmunga.
Tento, voltar ao foco de antes, ser uma pessoa normal e não parecer uma retardada, que tá pensando várias coisas, no meio dessa sala gigantesca.
– Ele não exagerou, quando me disse que você realmente é muito bonita.
– Bem, então estou afirmando, que os olhos de ambos, estão completamente defeituosos. - falo.
– Ou é sua auto-estima que não lhe deixa ver, como você realmente é?
– Afinal, o que você quer?
Ele não responde nada, apenas dá de costas e se retira.
Eu também não o chamo.
Kol, é irônico, ao mesmo tempo ríspido, não dá pra definir realmente o que ele é, ou o que diz. Só troquei meias palavras com ele, para ter certeza que usa máscara, assim como um dia alguém em uma situação difícil usa, assim como agora á Melanie tá tentando usar. Enfim, vou ter tempo de sobra para o conhecer de verdade, eu não sei o porquê quero me aproximar dele, só quero e pronto, eu tenho uma leve impressão que ele não é ruim. só tentar fingir que é.
Dou de costas e vou para fora da casa.
Quero ver novamente o jardim, ele é realmente tão lindo.
– Estranho. - digo, á mim mesma.
O Que aconteceu nesse lugar?
Ontem, estava em perfeito estado. E Agora, praticamente todo acabado, como se... Nunca tivesse existido.
Ele está apenas com gramas, gramas verde, e nada mais.
As flores, a paisagem, tudo que tinha de bonito se foi.
– Querida.
Me viro, para trás.
– Pai? - pergunto.
– Ivyne. - ele chamou meu nome, mas uma vez.
Porém, ele não estava atrás de mim, nem na minha frente, eu estava só.
Era á voz dele, eu tenho certeza que é.
– Ivy.
– Oi, Pai. - digo. - Oi?
Fico praticamente parada, para tentar ouvir da onde vem o próximo som e ir adiante.
– Ivyne.
Começo á correr em direção à voz dele.
Que começa a se repetir, repetir, repetir várias vezes, como se realmente quisesse me levar a algum lugar.
Eu não parava, não poderia parar, tinha que ver onde ele quer me levar.
– Rápido, vem até a mim. - repetia, mas uma vez.
E Em seguida, sinto algo afetando as minhas pernas, fazendo-me cair.
– É a filha do Cícero? - diz uma mulher alta com belos cabelos ruivos.
– Sim, é ela. - fala, Matilde, com o mesmo tom de sempre.
O Que essa empregada, tem a ver com tudo isso?
– Ele tá conseguindo. - diz, á ruiva - Tá atraindo ela.
– Onde ele está? - digo, tentando-me levantar.
– Faça ela esquecer Matilde. - diz á ruiva. - Não quero que ela se lembra desse caminho de forma alguma.
Matilde, diz que sim com á cabeça e vem até a mim.
Eu queria me levantar e sair correndo dali.
Mas eu não conseguia, algo me prendia. E eu não podia fazer absolutamente nada.
– Olhe pra mim! - ela, força-me olhar para o seu rosto.
Eu já sei o que ela vai tentar fazer, Jonny me avisou.
Eu só não sabia, que Matilde, também era uma vampira.
– Você não vai se lembrar absolutamente de nada que aconteceu á alguns minutos atrás, nem das vozes, nem do caminho, nem de nós. Volte para seu quarto, pegue no sono e quando te perguntarem o que você fez quando saiu do jardim, diga que não é da conta de ninguém! - ela fala de uma forma, que pela primeira vez, me deixa aterrorizada.
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