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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

1° Capítulo- Unwanted Territory

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Domingo, Manha, Ás 07:15.
Ivyne Storts, Narrando.
Os galhos secos e com espinhos, batiam fortemente nas minhas pernas, sentia-os penetrando na minha pele, olhava rapidamente e vê a o sangue escorrendo, mas isso, não era motivo para parar, eu tenho que continuar, Se não, eles vão me alcançar. Eu não sei bem o que eles querem, mas sei que não é coisa boa, corria tanto, mas tanto, que começava á sentir minhas pernas dormentes, e em seguida, sinto-me caindo, como se fosse um nada, aquela lama fria, logo se espalhou pelo meu corpo, sujando toda á minha vestimenta. 
– Ivyne? - surgiu, uma voz familiar.
– Quem é você? O Que você quer? - pergunto, quase em um sussurro.
– Matar você! - a voz dizia.
Sinto, meu corpo, gelar. nada em mim se movia, nada em mim me obedecia.
– Ivy? - Diz minha mãe, me balançando.
– Sarah? - digo, me virando á ela e abraçando-a fortemente.
– Estava tendo um pesadelo? - ela me pergunta, assustada.
– Não, não! Tá tudo bem. - digo, me afastando, quando sinto, que estava em seus braços.
– Você não precisa se afastar dessa forma. Você me trata como se eu fosse uma estranha.
– Você é uma estranha, para mim. - digo, irritada. - Nosso parentesco se foi, Quando botou um homem completamente desconhecido, dentro dessa casa, Ocupando o lugar que era do meu pai.
– Então é por isso? - diz ela, retrucando. - Todo esse afastamento, a forma que você trata eu e o Jerry, é por causa do seu pai?
– Obvio! Nem completou um ano, em que ele faleceu, e você já pôs outro na sua cama. Que tipo de mulher é essa?
– Ivyne, me respeita! - diz, ela bravamente.
– Você não se dá o respeito. Por que eu daria? 
– Não pode parar sua vida, só porque o seu pai, não faz mas parte dela.
Dou de costas e digo.
– Não sei onde meu pai estava com á cabeça. De morrer, em uma época dessa, e me deixar com você. Você não era feliz ao lado dele, isso eu sempre soube. mas agora? Eu nunca serei feliz com você. Que fique bem claro isso. Eu não te quero na minha vida!
– Ivyne. - diz, ela quase em um sussurro.
Faço um sinal com as mãos para ela sair de dentro do meu quarto.
As lágrimas no meu rosto, caiem desesperadamente, aquelas palavras, foram como agulhas em seu coração, e pra mim, foi como se alguém estivesse pondo uma espada em minha garganta e a rasgando-a brutalmente. Me arrepende, de ter dito aquelas palavras, no mesmo tempo em que elas saíram da minha boca. mas nunca poderei apagar aquilo. Em certo ponto, me doía fazê-la sofrer. mas em outra parte de mim Minha alma dizia " Aquilo era pouco, para o que ela merecia".
Ontem, fez três meses em que meu pai morreu.
Até hoje acho isso estranho, nunca esclareceram os fatos. apenas acharam o corpo carbonizado e afirmaram que era ele.
Nem enterro, nós fizemos. Ela, á Sarah. Optou por não ter. Meu pai, não tem família, quer dizer, ele só tem a gente. E eu nem uma chance de me despedir, eu tive.
– Ivyne? - Diz Melanie, tirando-me dos meus devaneios . - Eu posso entrar?
– Não! fale daí mesmo o que você quer. - digo, me levantando, e indo até a porta para trancar, Do jeito que ela era, Seria capaz de entrar sem á minha permissão, nem sei porque dessa vez, ela pediu.
– Então, tá. - Diz ela, abaixando o tom de voz.
– Diga. 
– Olha, Ivy. Eu não tenho culpa com o que tá acontecendo, E Que agora a mamãe tá com um cara chamado JERRY, que é super estranho. Eu não tenho culpa, que você se afastou de todos os seus amigos e se afastou de mim. Eu não tenho culpa, que você esteja sofrendo tanto, Que quer se isolar de todo mundo.E quer viver sozinha. Ivyne, Pelo amor de Deus, eu não tenho culpa, que nossa vida de uns tempos pra cá, tá um completamente inferno. Ivy, eu não tenho culpa, Que o papai morreu e que deixou a gente. eu simplesmente não tenho culpa. 
Na mesma hora, que ouço aquelas palavras, me encosto na porta e vou caindo, lentamente. Ouço do outro lado, Que ela faz o mesmo.
Nenhuma das duas, diz nada. O Silêncio, no momento, paira entre nós.
Ela não merecia, Que eu á abandonasse, Ela é apenas uma criança de onze anos, Que tá sofrendo pela perda do nosso pai, e pela a minha ausência na sua vida.
– Isso foi ás palavras mas sérias que já disse em toda a minha vida. - diz, ela. 
– Eu sei disso. - digo, abrindo á porta e vejo ela caindo, no chão.
– Eu só queria que você me ouvisse. - ela fala se levantando e parando de frente para mim. - Há muito tempo, a gente não se fala. você me ignorava, toda as vezes que me aproximava. Há muito tempo, Que eu não te vejo sorrindo. e isso me doí.
– Eu ainda não estou pronta, para sorrir. . - digo puxando-a e dando um abraço.
– Mas você tá pronta, pra ficar comigo de novo, não está? - diz ela, me olhando tão seriamente, Que consigo ver a dor estampada em seu olhar.
– Eu nunca mas, vou me afastar de você. - digo, á abraçando fortemente. e sentindo minhas lágrimas rolando do meu rosto, eu queria parar de chorar, eu queria parar com todo esse drama familiar. Mas infelizmente eu não tenho o poder para mudar as coisas.
– Ivy. - ela sorrir. - Eu te amo. 
– Eu também. - digo, me afastando devagar e voltando para minha cama.
Ela vem até a mim e tira algo de trás da blusa.
– Naquela noite, em que o papai morreu, antes de ele sair, ele foi até o meu quarto, e me pediu para lhe entregar essa carta, sem que a mamãe soubesse.
– E Por que demorou tanto para me entregar? - pergunto, pegando a carta nas mãos.
– Porque, ele disse que tinha que completar três meses depois que ele fosse embora.
– Então você sabia? - digo á pegando pelo braço.
– Ei, ei. Calma. Pra mim, seria uma viagem ou coisa assim. Nunca pensaria que seria dessa pra pior. 
– Até no momento como esses, você quer ser irônica? - digo, soltando o seu braço e arqueando uma das sobrancelhas. - Por qual motivo ele não queria que a Sarah soubesse?
– Mamãe! - Diz ela. - É Mãe, Que você tem que chamar ela. 
– Você nunca vai intender essas coisas. - digo, abrindo-a carta. - Feche á porta com a chave, vamos ver o que ele quer dizer a gente, Sem que ninguém soubesse.
" Querida Ivyne !
Sei que deve está se perguntando milhares de coisa. E uma delas, é porque não queria que a sua mãe soubesse. E a outra, é como eu sabia que iria morrer?
Então, Eu não estou morto. 
Quer dizer, Ainda não estou morto.
O Que eu vou te dizer aqui, tem que ficar apenas entre eu e você.
Não confie na Sarah, não confie em nossos advogados, Não confie na policia, toda essa raça, Não presta. Confie em mim, um dia você vai intender o porque estou falando isso.
Mas agora, preciso que você leia e intenda com bastante atenção.
Eu preciso que você se case com o Sr° Mikaelson, Klaus Mikaelson.
Sim, eu sei que você odeia aquela família, odeia até mas do que eu.
Mas é necessário, sua mãe sabe do casamento, quer dizer, eu dei umjeitode atolar vocês em dívidas, dívidas que até mesmo setrabalhassem a vida inteira não teriam como pagar. 
Mas essas dívidas, são reais. e você se casando, com ele. todas as nossas dívidas , serão quitadas. Então de qualquer forma, você terá que se casar. 
Uma para salvar sua irmã Melanie de toda essa tramonha que ela não merecia estar passando, Dá a ela tudo que um dia eu fiz questão de te dar.
E Outra, para me salvar. 
Querida, eu nãomorri! Eu estou lá, para onde vão te levar. 
Assim que você aceitar á proposta.
Klaus, sempre foi encantado por você.
E Lá no fundo, você sempre soube disso.
Mas ele não é o que você pensa que ele é.
Ele é muito pior. 
Mas os piores de toda afamíliaMikaelson, É O Kol. Kol e Rebekah.
Querida! Toma cuidado com eles.
Fique o mais longe que puder.
Sei que deve está me odiando, me odiando tanto. Que...
Querida, Sarah, não pode saber que eu fiz contato com você, Que eu lhe deixei essa carta pela Melanie.
Ela nao pode nem desconfiar com o que tá acontecendo. Por favor, Mantenha isso em segredo, todas asinformaçõesque lhe dei poraqui.
Mas tudo que eu fiz, tudo que eu tratei, até mesmo te negociar, foi para um bem melhor.
Um dia você vai intender, Um dia você vai me encontrar.
Vai me apoiar, e agradecer. 
Não demore, para aceitar!
Eu amo você. "

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