Capítulo 3
Dúvidas pendentes
– Senhorita, Ivyne Storts? - pergunta, ele.
– Sim, sou eu. - digo - O Que posso lhe ajudar?
– Sou Ernest. O Motorista, que irá guiar vocês, até a casa do senhor Klaus Mikaelson.
– Já o esperava. - digo, fazendo sinal para Melanie se aproximar com as malas.
– Então, vamos? - ele, pergunta novamente.
Faço sinal que sim com á cabeça. para que ela possa vim.
Nós não tivemos muito tempo para se arrumamos, alguns minutos antes do Motorista chegar, tínhamos botado uma simples roupa e ajeitando-o cabelo fazendo um coquie.
Assim que entramos no carro, o silêncio pairava entre nós.
Não conversamos, nem falamos sobre nada.
Apenas o Olhar de Mel, me comovia.
Dava para ver em sua cara que ela não estava bem, estava tentando ser forte assim como eu, mas ambas sabia que aquilo era apenas uma máscara.
Os borrões, em minha volta, era misturado de cores.
O Carro, ia tão rápido, que nem dava para ver o caminho.
Eu estava pensando que seria aqui na cidade, a famosa mansão que eles tinham, mas pelo visto, não é.
Já saímos da cidade, á um bom tempo e agora o Ernest, estava diminuindo á velocidade, pegando um caminho curto que chegou até onde iriamos ficar.
– Que casa linda! - diz, Melanie impressionada.
– É Mas bonita que a incrível mansão que eles tem na cidade. - diz, Ernest retirando as malas da traseira do carro.
– Com certeza, é. - afirma, Melanie.
Realmente, a casa, quer dizer, Outra mansão.
É Linda, dá duas daqui eles tem na cidade.
Só não intendi, o motivo de construir algo tão magnifico assim, no meio do nada.
Estou cansada de aparecer tantas perguntas, e elas nunca serem respondidas.
O Que alias, tem por trás de tudo isso?
Que segredo é esse que os Mikaelson, esconde?
O Que meu pai, tá pretendendo me trazendo para cá, junto com á Melanie.
– Sejam bem vinda, á nova casa! - diz, uma mulher loira, passando uma das mãos entre o cabelo, olhando para mim e mostrando como seu sorriso é perfeito.
– Obrigada, pela sua nobre recepção, Rebekah. - digo, á retrucando.
Ela não gostava de mim, e eu nunca gostei dela.
Não precisava fingir, que estava feliz com á minha chegada.
– Espero que goste, da nossa hospitalidade. Realmente, passará por muitos bons momentos, aqui! - ela fala, dando de costa.
Não á respondo nada, apenas, dou uma das mãos para Melanie, que á segura fortemente e não larga por nada.
Passamos, pela entrada.
E Várias, pessoas fitaram á gente.
Fingir que não me importava, alias, não me importo mesmo.
Continuamos, á andar. até que chegamos, á sala principal.
Lá estava ele, Klaus. Ele é tão tenebroso, tão obscuro, sinto sua maldade, só de olhar para ele.
O Jeito como tratava as pessoas, a forma como se achava melhor, só por causa do seu dinheiro, era horrível.
– Minha querida e adorada, nova hóspede, chegou. - diz, ele vindo até a mim.
Engulo á seco e digo
– Prevejo, que está feliz com á minha chegada!
– É, Com certeza estou. Pena, que ficarei fora por alguns dias. Mas logo estarei de volta, espero que possa se sentir em casa, alias, em breve você será a dona dela.
Não falo nada, apenas dou de costas.
– Ivyne? - ele segura meu braço, com tanta força, que sinto doer. - Essa não é uma boa forma, de tratar seu futuro esposo.
– Eu sei absolutamente como te tratar. - digo, me livrando das suas mãos pesadas.
Ele não fala nada, apenas me deixa seguir a empregada, que irá levar a gente até o quarto que eu iremos ficar.
– É Aqui. - diz ela.
– Não, vou ficar em um quarto separado do da Ivy. - diz, Melanie.
Quando ver, apenas uma cama, dentro do cômodo.
– As ordens que me deram, foi para cada uma, ter seu quarto separadamente! - diz ela, rispidamente.
– Se ela diz que não quer ficar longe da irmã. Ela não vai ficar. - diz um cara, agradável e elegante , com um olhar absolutamente sedutor.
Tão bonito, ele realmente é espetacular.
– Deixe que elas fiquem no quarto ao lado, já pedir para Jenn ajeitar as coisas por lá. - ele fala, encostando na porta. - Matilde, você já pode se retirar, daqui em diante eu fico com elas.
– Sim, senhor. - diz ela, saindo rapidamente.
– Obrigado. - fala, Melanie á ele.
– Não fiz isso por você, garota! - ele fala. - Fiz isso porque eu não gosto empregados, querendo ser mas que os patrões.
– Não te pedimos nada! - digo, puxando á melanie comigo. - Você se intrometeu aqui porque você quis! - falo, passando ao seu lado. - E Pra sua informação, eu não sou patroa nessa casa.
Ele me olha, assustado e solta um riso de lado.
– Será esposa do meu irmão. querendo ou não, tomará as rédias aqui. - ele fala, travando á minha passagem.
Logo vê, é lindo por fora e podre por dentro, com certeza tinha sangue desses idiotas na veia. E Melanie coitada, foi tão inocente, por achar que ele estava querendo nos ajudar.
– Saí da minha frente, ou eu passo por cima de você! - falo, o fitando-o.
– Ivyne, por favor! - fala, Melanie sacudindo meu braço.
– Deveria escutar sua irmã. ela sim é uma menina boa. - diz ele, dando de costas e saindo da minha frente.
Fomos para o quarto ao lado.
E Tinha uma mulher morena lá.
Ela sorrir para mim e sorrio de volta.
– Obrigada. - falo, ajeitando as malas no cômodo.
Ela se retira e fecha a porta.
– Ivy, essas pessoas, são estranhas! - ela fala, assustadamente.
– E Como são. - digo, andando pelo quarto.
– Você está com medo? Não está, de vim para cá. no meio do nada, nem sabemos quem são essas pessoas.
–Sim, estou!
Digo, querendo falar aquilo para ela.
– Eu também. - diz ela.
– Você? - digo, em dúvida.
– Eu consigo ouvir seus pensamentos, isso não é legal? - ela, sorrir.
Legal? Isso não é legal!
– Como?
– É Legal, sim! - diz ela - Minha mãe explicou como isso acontece.
– Então eu posso ler o seu?
– Sim. - diz ela. - Mas você não consegue porque meu anel, está protegido e o seu colar não.
– Então, as jóias. elas..
– Sim, elas fazem muita coisa. - diz ela, sentando na cama. - Atrás do seu colar. quer dizer, da pedra que ele tem no meio. tem tipo uma travinha. e no meu anel, atrás também.
– Mas eu nunca percebi isso.
– Sim. porque é bem escondido, você tem que acreditar para ver. - ela diz. - Bem, o meu deixei protegido, para você não saber o que eu penso.
– É, Injustiça e enquanto á mim?
– Eu já te expliquei, agora você sabe a verdade. - ela fala, fechando os olhos. - agora, deixa eu ir tomar um banho para dormir, essa viagem foi exausta. você não acha?
Não respondo nada.
apenas penso " Sim e como".
Dou de costas, e saio do quarto.
– Fique quieta! Não fale nada. Preciso te levar á um lugar. - diz ele, o mesmo cara rude que á minutos atrás nos tratou mal. - Vem comigo.
– Eu não vou á lugar nenhum com você! - falo, tentando entrar para o quarto.
Mas ele me alcança e me impede, antes de eu abrir a porta.
– Como conseguiu?..
– Eu preciso que você confie em mim! - ele fala, se aproximando do meu rosto.
– O Que você tá fazendo com á minha irmã? - pergunta Mel, saindo pela porta.
– Entra aí. - diz ele, me empurrando junto com ela.
E Fechando á porta com a chave.
Em seguida, pega um pó de dentro do bolso e taca na porta e nas quatro janelas que tinha dentro daquele quarto enorme.
Por mas que todos os meus instintos dizem que ele não é confiável, que ele não presta assim como todos os seus irmãos. Lá no fundo, dentro de mim, diz que ele não é o que ele mostrou ser.
Sei que posso está errada, mas eu tenho que arriscar.
Na carta dizia que não era para confiar na Sarah.
E ela sabia de tudo e ainda deu algo para a gente se proteger aqui.
Por que não deveria confiar nele?
Só porque meu pai diz que não. Bem, Meu pai não está em posição alguma de dizer quem é confiável e que não presta.
– O Que você quer e quem você é? - diz Melanie, atrás de mim.
Tirando-me completamente dos meus devaneios.
Ele respira fundo e diz.
– Sou Kol. Kol Mikaelson, e não quero machucar vocês. Mas antes, preciso que confiem em mim. E Me deixem explicar algumas coisas que vocês precisam saber.
Ele fala, fitando-o a gente.
– E O Que você tá esperando para começar á contar? - pergunto, me aproximando dele e cruzando os braços. - Eu tenho todo o tempo do mundo pra lhe escutar.
– Sou Ernest. O Motorista, que irá guiar vocês, até a casa do senhor Klaus Mikaelson.
– Já o esperava. - digo, fazendo sinal para Melanie se aproximar com as malas.
– Então, vamos? - ele, pergunta novamente.
Faço sinal que sim com á cabeça. para que ela possa vim.
Nós não tivemos muito tempo para se arrumamos, alguns minutos antes do Motorista chegar, tínhamos botado uma simples roupa e ajeitando-o cabelo fazendo um coquie.
Assim que entramos no carro, o silêncio pairava entre nós.
Não conversamos, nem falamos sobre nada.
Apenas o Olhar de Mel, me comovia.
Dava para ver em sua cara que ela não estava bem, estava tentando ser forte assim como eu, mas ambas sabia que aquilo era apenas uma máscara.
Os borrões, em minha volta, era misturado de cores.
O Carro, ia tão rápido, que nem dava para ver o caminho.
Eu estava pensando que seria aqui na cidade, a famosa mansão que eles tinham, mas pelo visto, não é.
Já saímos da cidade, á um bom tempo e agora o Ernest, estava diminuindo á velocidade, pegando um caminho curto que chegou até onde iriamos ficar.
– Que casa linda! - diz, Melanie impressionada.
– É Mas bonita que a incrível mansão que eles tem na cidade. - diz, Ernest retirando as malas da traseira do carro.
– Com certeza, é. - afirma, Melanie.
Realmente, a casa, quer dizer, Outra mansão.
É Linda, dá duas daqui eles tem na cidade.
Só não intendi, o motivo de construir algo tão magnifico assim, no meio do nada.
Estou cansada de aparecer tantas perguntas, e elas nunca serem respondidas.
O Que alias, tem por trás de tudo isso?
Que segredo é esse que os Mikaelson, esconde?
O Que meu pai, tá pretendendo me trazendo para cá, junto com á Melanie.
– Sejam bem vinda, á nova casa! - diz, uma mulher loira, passando uma das mãos entre o cabelo, olhando para mim e mostrando como seu sorriso é perfeito.
– Obrigada, pela sua nobre recepção, Rebekah. - digo, á retrucando.
Ela não gostava de mim, e eu nunca gostei dela.
Não precisava fingir, que estava feliz com á minha chegada.
– Espero que goste, da nossa hospitalidade. Realmente, passará por muitos bons momentos, aqui! - ela fala, dando de costa.
Não á respondo nada, apenas, dou uma das mãos para Melanie, que á segura fortemente e não larga por nada.
Passamos, pela entrada.
E Várias, pessoas fitaram á gente.
Fingir que não me importava, alias, não me importo mesmo.
Continuamos, á andar. até que chegamos, á sala principal.
Lá estava ele, Klaus. Ele é tão tenebroso, tão obscuro, sinto sua maldade, só de olhar para ele.
O Jeito como tratava as pessoas, a forma como se achava melhor, só por causa do seu dinheiro, era horrível.
– Minha querida e adorada, nova hóspede, chegou. - diz, ele vindo até a mim.
Engulo á seco e digo
– Prevejo, que está feliz com á minha chegada!
– É, Com certeza estou. Pena, que ficarei fora por alguns dias. Mas logo estarei de volta, espero que possa se sentir em casa, alias, em breve você será a dona dela.
Não falo nada, apenas dou de costas.
– Ivyne? - ele segura meu braço, com tanta força, que sinto doer. - Essa não é uma boa forma, de tratar seu futuro esposo.
– Eu sei absolutamente como te tratar. - digo, me livrando das suas mãos pesadas.
Ele não fala nada, apenas me deixa seguir a empregada, que irá levar a gente até o quarto que eu iremos ficar.
– É Aqui. - diz ela.
– Não, vou ficar em um quarto separado do da Ivy. - diz, Melanie.
Quando ver, apenas uma cama, dentro do cômodo.
– As ordens que me deram, foi para cada uma, ter seu quarto separadamente! - diz ela, rispidamente.
– Se ela diz que não quer ficar longe da irmã. Ela não vai ficar. - diz um cara, agradável e elegante , com um olhar absolutamente sedutor.
Tão bonito, ele realmente é espetacular.
– Deixe que elas fiquem no quarto ao lado, já pedir para Jenn ajeitar as coisas por lá. - ele fala, encostando na porta. - Matilde, você já pode se retirar, daqui em diante eu fico com elas.
– Sim, senhor. - diz ela, saindo rapidamente.
– Obrigado. - fala, Melanie á ele.
– Não fiz isso por você, garota! - ele fala. - Fiz isso porque eu não gosto empregados, querendo ser mas que os patrões.
– Não te pedimos nada! - digo, puxando á melanie comigo. - Você se intrometeu aqui porque você quis! - falo, passando ao seu lado. - E Pra sua informação, eu não sou patroa nessa casa.
Ele me olha, assustado e solta um riso de lado.
– Será esposa do meu irmão. querendo ou não, tomará as rédias aqui. - ele fala, travando á minha passagem.
Logo vê, é lindo por fora e podre por dentro, com certeza tinha sangue desses idiotas na veia. E Melanie coitada, foi tão inocente, por achar que ele estava querendo nos ajudar.
– Saí da minha frente, ou eu passo por cima de você! - falo, o fitando-o.
– Ivyne, por favor! - fala, Melanie sacudindo meu braço.
– Deveria escutar sua irmã. ela sim é uma menina boa. - diz ele, dando de costas e saindo da minha frente.
Fomos para o quarto ao lado.
E Tinha uma mulher morena lá.
Ela sorrir para mim e sorrio de volta.
– Obrigada. - falo, ajeitando as malas no cômodo.
Ela se retira e fecha a porta.
– Ivy, essas pessoas, são estranhas! - ela fala, assustadamente.
– E Como são. - digo, andando pelo quarto.
– Você está com medo? Não está, de vim para cá. no meio do nada, nem sabemos quem são essas pessoas.
–Sim, estou!
Digo, querendo falar aquilo para ela.
– Eu também. - diz ela.
– Você? - digo, em dúvida.
– Eu consigo ouvir seus pensamentos, isso não é legal? - ela, sorrir.
Legal? Isso não é legal!
– Como?
– É Legal, sim! - diz ela - Minha mãe explicou como isso acontece.
– Então eu posso ler o seu?
– Sim. - diz ela. - Mas você não consegue porque meu anel, está protegido e o seu colar não.
– Então, as jóias. elas..
– Sim, elas fazem muita coisa. - diz ela, sentando na cama. - Atrás do seu colar. quer dizer, da pedra que ele tem no meio. tem tipo uma travinha. e no meu anel, atrás também.
– Mas eu nunca percebi isso.
– Sim. porque é bem escondido, você tem que acreditar para ver. - ela diz. - Bem, o meu deixei protegido, para você não saber o que eu penso.
– É, Injustiça e enquanto á mim?
– Eu já te expliquei, agora você sabe a verdade. - ela fala, fechando os olhos. - agora, deixa eu ir tomar um banho para dormir, essa viagem foi exausta. você não acha?
Não respondo nada.
apenas penso " Sim e como".
Dou de costas, e saio do quarto.
– Fique quieta! Não fale nada. Preciso te levar á um lugar. - diz ele, o mesmo cara rude que á minutos atrás nos tratou mal. - Vem comigo.
– Eu não vou á lugar nenhum com você! - falo, tentando entrar para o quarto.
Mas ele me alcança e me impede, antes de eu abrir a porta.
– Como conseguiu?..
– Eu preciso que você confie em mim! - ele fala, se aproximando do meu rosto.
– O Que você tá fazendo com á minha irmã? - pergunta Mel, saindo pela porta.
– Entra aí. - diz ele, me empurrando junto com ela.
E Fechando á porta com a chave.
Em seguida, pega um pó de dentro do bolso e taca na porta e nas quatro janelas que tinha dentro daquele quarto enorme.
Por mas que todos os meus instintos dizem que ele não é confiável, que ele não presta assim como todos os seus irmãos. Lá no fundo, dentro de mim, diz que ele não é o que ele mostrou ser.
Sei que posso está errada, mas eu tenho que arriscar.
Na carta dizia que não era para confiar na Sarah.
E ela sabia de tudo e ainda deu algo para a gente se proteger aqui.
Por que não deveria confiar nele?
Só porque meu pai diz que não. Bem, Meu pai não está em posição alguma de dizer quem é confiável e que não presta.
– O Que você quer e quem você é? - diz Melanie, atrás de mim.
Tirando-me completamente dos meus devaneios.
Ele respira fundo e diz.
– Sou Kol. Kol Mikaelson, e não quero machucar vocês. Mas antes, preciso que confiem em mim. E Me deixem explicar algumas coisas que vocês precisam saber.
Ele fala, fitando-o a gente.
– E O Que você tá esperando para começar á contar? - pergunto, me aproximando dele e cruzando os braços. - Eu tenho todo o tempo do mundo pra lhe escutar.
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